25 de Dezembro, resolvo escrever o que vier na minha cabeça, só pra expressar e deixar registrado em algum lugar. Pra um dia eu olhar e ver como as coisas realmente não são lineares. Nada, nada mesmo é linear. Bom, mais uma vez, aquilo de novo.
O que eu jurei que não aconteceria, nem tanto por evitar, mas que não aconteceria por naturalidade.
Estávamos avançando, alcançando um nível de respeito e amizade muito importantes.
Mas, foi ficar sozinhos juntos, com a possibilidade de contato físico, e não deu certo.
Mais uma vez, aquilo de novo, pela metade, por conta das circunstâncias, mas aconteceu.
Ainda não estou chorando, nem super feliz com isso, aliás, tenho outros problemas latejando na cabeça. Ainda não estou triste, nem sei dizer se me arrependo. É sempre bom, momentaniamente bom.
Se formos pensar que as coisas que nos fazem felizes, realmente, são momentâneas, pronto, é mais fácil de não se arrepender. Porém, todos sabem das consequências. Todos! E não vou cair na estupidez de achar que vai ser diferente, tanto pra um quanto pra outro.
Vai ser como sempre foi, e o ciclo vai se repetir. Eu volto a me perguntar: quando o ciclo será quebrado?
Se esse for o "pra sempre", escreverei mais do mesmo por muito tempo.
Quanto aos outros problemas: esse clima de fim de ano, de felicidade que assola as pessoas, me deixam com a impressão de que tudo vai continuar como é. Agora vou imaginar que isso não passou de um sonho.
E eu continuarei a ser uma estranha dentro de casa. A ovelha negra, que mal se importa com isso, pois afinal, não é uma família de verdade.
Sou obrigada a repetir, pois tais palavras ficam na minha cabeça "aqui é tudo um teatrinho, tudo de mentirinha, são apenas paredes bonitas e sem sentimento". Apesar da revolta e da dor, acho que nada vai mudar, é drástico demais, e se um ainda ama, dois não se separam.
É o que tem pra comentar hoje. Aliás, não sei mais o que quero, estudar, pesquisar, esperar, viajar...Enfim, não sei.
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