Quando bate um grande desespero e você já não sabe o que pensar sobre o amor.
Mesmo sabendo que não faz sentido, você deseja não passar por isso.
Você não quer mais ter alguém especial pra ter por quem sofrer quando tudo dá errado.
Você quer acabar logo com toda essa merda, e tenta ignorar todos os momentos bons, pois eles se tornam torturas pra você.
Então, você pensa que tudo seria melhor sem ter que passar e sentir todo esse drama.
Quando seu silêncio machuca mais do que qualquer briga. E começa-se a desejar me silenciar como resposta. Mas é quase impossível controlar. =/
Eu preciso de você, mas queria não precisar, nunca!
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Let's go back to the start.
E eis que mais umas brigas viram uma fase crítica da relação. E quanto mais tempo passa que estamos juntos, mais complexa as relações se tornam. Mais complicadas se tornam as decisões, a quantidade de coisas em jogo, o turbilhão e acúmulo de sentimentos e fatos que nos cercam.
Até que ponto deveríamos ficar juntos? Até que ponto não estaríamos forçando a relação, sem sermos tão felizes quanto o desejado. Até que ponto pensar em terminar não é exagero, já que temos tanto construído? Qual seria nossa resiliência? Jamais haverá uma resposta definitiva. A cada momento eu penso de forma diferente sobre isso: é muita coisa em jogo, é complexo e mais do que tudo, é doloroso.
Tudo que passei pra estar do seu lado novamente, não deveria ser em vão.
Tudo que passamos pra estarmos juntos até hoje, não deveria ser em vão.
Tudo que nos preparamos pra viver no futuro, não deveria ser em vão.
Mas há tantas coisas que nos impulsionam a encerrar...A vontade de viver outras coisas, com outras pessoas, em contextos diferentes. Nossos futuros que não parecem convergentes, a princípio. Nossos sonhos não muito parecidos. Nossos humores, A maneira como lidamos com diferentes situações.
No geral, há muito a se perder, e há muito a se ganhar. Mas não há ciência pós-normal que dê conta dessa tomada de decisão.
De uma forma ou de outra, diante das mudanças, uma das coisas que eu desejaria era voltar a sentir o que sentíamos nos primeiros encontros, ou mesmo no ápice da relação.
Do not speak as loud as my heart.
Tell me you love me,
Come back and haunt me,
Oh, when I rush to the start.
Runnin' in circles, Chasin’ tails,
Comin' back as we are.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Ai se um dia você fosse minha....
É...eu nunca irei te ter. Nem ao menos tocar. Te vejo todos os dias, olho tuas fotos, imagino histórias, mas isso não é nada, não levará a nada, só me deixará na ilusão de que algum dia eu poderia me aproximar de você. E mesmo que eu não fosse o seu tipo, você iria gostar de mim pelo que eu pudesse demonstrar de mim pra você, que eu teria algo que te cativasse, independente de minha beleza física ou do fato de não gostar de Beatles.
Aliás, eu queria poder chegar em você e dizer que não gosto de Beatles, fazer alguma piada e você achar engraçado, mesmo que seja sua banda favorita. Eu fico imaginando você indo nas tuas festas, e no dia seguinte, me ligando porque sentiu minha falta, mas dizendo que entende que eu não vá muito às festas com você.
O lado bom é que na minha imaginação eu posso criar uma variação enorme de histórias para nosso romance. O lado ruim é a frustração de que nem 0,001% do que eu imagino se tornaria realidade.
E me resta te observar e imaginar, sutilmente.
Enfim, você jamais repararia em mim, conversaria por horas, beijaria ou se relacionaria por muito tempo...mas eu gosto de você, sua linda.
Ai se um dia
Você fosse minha,
Você fosse minha,
Menina.
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