E eis que mais umas brigas viram uma fase crítica da relação. E quanto mais tempo passa que estamos juntos, mais complexa as relações se tornam. Mais complicadas se tornam as decisões, a quantidade de coisas em jogo, o turbilhão e acúmulo de sentimentos e fatos que nos cercam.
Até que ponto deveríamos ficar juntos? Até que ponto não estaríamos forçando a relação, sem sermos tão felizes quanto o desejado. Até que ponto pensar em terminar não é exagero, já que temos tanto construído? Qual seria nossa resiliência? Jamais haverá uma resposta definitiva. A cada momento eu penso de forma diferente sobre isso: é muita coisa em jogo, é complexo e mais do que tudo, é doloroso.
Tudo que passei pra estar do seu lado novamente, não deveria ser em vão.
Tudo que passamos pra estarmos juntos até hoje, não deveria ser em vão.
Tudo que nos preparamos pra viver no futuro, não deveria ser em vão.
Mas há tantas coisas que nos impulsionam a encerrar...A vontade de viver outras coisas, com outras pessoas, em contextos diferentes. Nossos futuros que não parecem convergentes, a princípio. Nossos sonhos não muito parecidos. Nossos humores, A maneira como lidamos com diferentes situações.
No geral, há muito a se perder, e há muito a se ganhar. Mas não há ciência pós-normal que dê conta dessa tomada de decisão.
De uma forma ou de outra, diante das mudanças, uma das coisas que eu desejaria era voltar a sentir o que sentíamos nos primeiros encontros, ou mesmo no ápice da relação.
Do not speak as loud as my heart.
Tell me you love me,
Come back and haunt me,
Oh, when I rush to the start.
Runnin' in circles, Chasin’ tails,
Comin' back as we are.
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