Ah, os relacionamentos. Tem horas que nos perguntamos: pra que mesmo eles servem? Não sei, só sei que dão muito trabalho.
Eu já li muitos textos sobre amor livre. Teoricamente dá pra se convencer de que é a alternativa mais sensata, juta e feliz. Mas aí depois de se fuder muito, você percebe que não é pra todo mundo. Quer dizer, pior ainda, que não é pra você. Não saberia eleger os motivos disso, se foi por condicionamento social a ter uma relação fechada e normativa, se é da minha natureza, sei lá, muito complexo.
Talvez, daqui uns anos, eu me canse dos encargos de um relacionamento fechado e esteja melhor preparada pra uma relação aberta.
Enfim, este nem era o assunto. Não estou muito bem por ser fim de semestre e por outras coisas que acontecem pra mudar meu humor sinergicamente. Uma dessas coisas são questões da relação.
Além da rotina um pouco exaustiva e escrota, venho perdendo algumas vontades. Aquelas que fazem muita diferença pra uma relação.
Não é nada que me queira fazer terminar, mas é um indicador de que algo tá precisando mudar. Mas não sei dizer o que é ao certo.
Sobre o fim de semestre, já estou tão consumida por isso, que mal consigo ficar sonhando com todas as coisas que poderia fazer nas férias, simplesmente porque sei que não farei nem um terço delas, há pouco tempo pra isso. Também porque terei obrigações em plenas férias que vão me exigir tempo e dedicação. No fim, se nem as férias é capaz de me animar, é porque perdi muito a vontade de continuar vivo ou de viver, o que são coisas diferentes.
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